E é um livro verdadeiro, disponível na Amazon.
Esta é uma grande prenda natalícia para os fãs de Harry Potter. Numa iniciativa promovida pelos estúdios Warner Brothers, as portas do Salão Nobre de Hogwarts vão abrir para um jantar de Natal antecipado, em duas datas - 6 e 7 de dezembro.
A sala idealizada por J. K. Rowling é um dos locais mais emblemáticos dos filmes e vai receber a cerimónia. Não vai sair nada barato aos Muggles - são precisos 275€, ter mais de 18 anos e ir vestido a rigor. Mas acredito que não vai ser um impedimento para a procura ser muuuuito elevada. A sala vai estar decorada com muito aprumo e não vão faltar as referências ao jovem feiticeiro. Os talheres, por exemplo, serão varinhas máginas...
As inscrições já estão abertas. Se forem muito fãs, podem pedir já ao Pai Natal!
Via Sábado
A sala idealizada por J. K. Rowling é um dos locais mais emblemáticos dos filmes e vai receber a cerimónia. Não vai sair nada barato aos Muggles - são precisos 275€, ter mais de 18 anos e ir vestido a rigor. Mas acredito que não vai ser um impedimento para a procura ser muuuuito elevada. A sala vai estar decorada com muito aprumo e não vão faltar as referências ao jovem feiticeiro. Os talheres, por exemplo, serão varinhas máginas...
As inscrições já estão abertas. Se forem muito fãs, podem pedir já ao Pai Natal!
Via Sábado
Por mais cuidado que tenhamos, por vezes acontece e... o nosso livro ou caderno acaba molhado ou húmido. É uma chatice. A capa e as páginas ficam com aquele aspecto cheio de curvas e pouco ou nada há a fazer.
Mas agora um ilustrador japonês resolveu o problema com uma solução muito simples. Se as letras ficarem esborratadas não há nada a fazer, mas vale a pena tentar para devolver ao livro ou ao caderno a sua forma original. Podem ler a solução aqui, mas baseia-se praticamente em colocar papel higiénico entre as páginas e colocar um grande peso em cima das mesmas (como uma torre de livros por exemplo).
Não é muito ortodoxo e pode gastar-se uma fortuna em papel higiénico, mas nunca se sabe quando precisaremos de salvar um amigo!
Mas agora um ilustrador japonês resolveu o problema com uma solução muito simples. Se as letras ficarem esborratadas não há nada a fazer, mas vale a pena tentar para devolver ao livro ou ao caderno a sua forma original. Podem ler a solução aqui, mas baseia-se praticamente em colocar papel higiénico entre as páginas e colocar um grande peso em cima das mesmas (como uma torre de livros por exemplo).
Não é muito ortodoxo e pode gastar-se uma fortuna em papel higiénico, mas nunca se sabe quando precisaremos de salvar um amigo!
Ora aqui está uma notícia que desperta inveja nos leitores portugueses: um festival inspirado em Fernando Pessoa em Paris!
Verdade é que podemos visitar na Casa Fernando Pessoa os seus objectos pessoais e a sua biblioteca particular, digitalizada e acessível a todos, mas que interessante é haver um evento destes na Cidade da Luz, com toda a sua atmosfera.
O evento é organizado pela Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, numa parceria incontornável com a Casa Fernando Pessoa e pretende levar a Paris o desassossego e a inquietude pessoana, com conferências diversas, filmes a exibir e 935 títulos que pertenciam ao poeta.
Saibam mais sobre este maravilhoso evento no site da Gulbenkian.
Este livro tem duas vertentes - uma mais leviana e uma bem mais séria. A primeira está mais ligada ao uso da palavra "vagina" e suas semelhantes, significados e calão. Dá para soltar umas gargalhadas com as histórias de vergonha, ou da falta dela, ligadas à parte mais secreta da mulher.
Já a parte séria é um abre-olhos gigante, com relatos chocantes sobre mulheres que sofreram maus tratos e todos os tipos de violência - mutilações genitais, violações, violência e abusos de toda a ordem. São histórias reais contadas por mulheres reais, embora pareçam ter saído de um filme. São relatos que nos atingem, esmagam e sentimos imediatamente que temos de fazer algo para mudar o mundo.
O livro é uma peça que foi interpretada pela autora durante muitos anos e tornou-se um sucesso mundial, tanto que actrizes como Meryl Streep ou Jane Fonda já deram voz a estes monólogos e Portugal também já os viu interpretados. Para os escrever, a autora entrevistou centenas de mulheres de todas as idades e proveniências. Graças a esta exposição e a este sucesso mundiais, deu-se origem a um movimento, o V-Day, que visa angariar fundos para ajudar mulheres pelo mundo inteiro. E hoje, passados quase 20 anos, continua a ser um movimento muito relevante na causa.
Não é um livro complexo ou profundo. Não tem grande mestria, figuras de estilo ou uma linguagem exemplar. Lê-se muito rápido (fi-lo em pouco mais de uma hora) e é mais uma mensagem, uma passagem de conhecimento e um choque eléctrico que nos desperta do que outra coisa. Vale por isso, e já é muito.
Os Monólogos da Vagina
De: Eve Ensler
Ano: 1996
Editora: Publicações Europa-América
Páginas: 192
A nossa pontuação: ★★★☆☆
Disponível no site Wook.
Já a parte séria é um abre-olhos gigante, com relatos chocantes sobre mulheres que sofreram maus tratos e todos os tipos de violência - mutilações genitais, violações, violência e abusos de toda a ordem. São histórias reais contadas por mulheres reais, embora pareçam ter saído de um filme. São relatos que nos atingem, esmagam e sentimos imediatamente que temos de fazer algo para mudar o mundo.
O livro é uma peça que foi interpretada pela autora durante muitos anos e tornou-se um sucesso mundial, tanto que actrizes como Meryl Streep ou Jane Fonda já deram voz a estes monólogos e Portugal também já os viu interpretados. Para os escrever, a autora entrevistou centenas de mulheres de todas as idades e proveniências. Graças a esta exposição e a este sucesso mundiais, deu-se origem a um movimento, o V-Day, que visa angariar fundos para ajudar mulheres pelo mundo inteiro. E hoje, passados quase 20 anos, continua a ser um movimento muito relevante na causa.
Não é um livro complexo ou profundo. Não tem grande mestria, figuras de estilo ou uma linguagem exemplar. Lê-se muito rápido (fi-lo em pouco mais de uma hora) e é mais uma mensagem, uma passagem de conhecimento e um choque eléctrico que nos desperta do que outra coisa. Vale por isso, e já é muito.
Os Monólogos da Vagina
De: Eve Ensler
Ano: 1996
Editora: Publicações Europa-América
Páginas: 192
A nossa pontuação: ★★★☆☆
Disponível no site Wook.
Su Blackwell é uma artista inglesa que faz esculturas fantásticas a partir de livros velhos. Ela encontra-os em lojas de segunda mão e a partir de uma página constrói um mundo maravilhoso e misterioso em três dimensões.
São cenários completos e parecem ter saído de um sonho. Não me importava nada de ter algumas destas peças como decoração, fazem um belo efeito e são lindíssimas, com pormenores deliciosos, e aqueles jogos de luz são muito bem pensados. Um trabalho de mestre.
Via Bored Panda
São cenários completos e parecem ter saído de um sonho. Não me importava nada de ter algumas destas peças como decoração, fazem um belo efeito e são lindíssimas, com pormenores deliciosos, e aqueles jogos de luz são muito bem pensados. Um trabalho de mestre.
Via Bored Panda
A Wook está com uma fantástica promoção em romances. 50% de desconto e portes grátis em 50 livros de fazer bater mais forte o coração e de suspirar pelas aventuras!
Recomendamos alguns títulos a não perder:
O Exótico Hotel Marigold - Deborah Moggach presenteia-nos com um romance sobre o amor, a solidão, a esperança e a força de cumprir os nossos sonhos
Miramar - de Naguib Mahfouz e na minha lista de próximas leituras, porque tudo o que ele escreve é tão intenso e genial que é sempre um investimento garantido (já canta no carrinho de compras da promoção!)
Já Não se Escrevem Cartas de Amor - outro que já consta na lista das minhas aquisições e de Mário Zambujal, um romance na boémia Lisboa dos anos 50
Os Vagabundos do Dharma - Um clássico incontornável de Kerouac, mais uma viagem que nasce de dentro para fora, uma geração que marcou a literatura para sempre
Aproveitem e boas leituras!
Fazal Elahi devia ter percebido, quando se apaixonou e se casou com aquela mulher, que o destino não iria ser promissor. Ela, com os seus cabelos soltos e esvoaçantes como pássaros, com as suas roupas ocidentais revelando mais do que ele gostaria, com as suas músicas pop em inglês, essa língua dos infiéis, não era considerada a mulher modesta e ideal. Ela quis sempre mais, dar nas vistas, ser mulher; ele queria passar despercebido e invisível no meio da multidão - era uma relação condenada.
Mesmo assim, ele nunca lhe guardou rancor, mesmo quando ela tomou uma atitude que lhe deixou a vida de pernas para o ar. Foi no seio da família que encontrou consolo - no seu primo Badini, mudo, mas que diz as frases mais belas com gestos de poeta; e na sua irmã Aminah, que secretamente deseja casar com um muçulmano rico que lhe ofereça sapatos de salto alto e que tenha olhos azuis. No meio de toda a confusão que rodeia a vida destas almas, uma pergunta se impõe - para onde vão os guarda-chuvas? Se estão sempre a perder-se e a desaparecer, mas nunca ninguém encontra nenhum. Estarão no paraíso dos guarda-chuvas? Será que os nossos entes queridos que já partiram nos esperam de guarda-chuva aberto?
Este é um dos melhores livros que já li. Tem absolutamente tudo - é emocionante; carrega em si uma profundidade e um ensinamento a cada virar de página; tem personagens ricas e com um coração tão grande que conseguimos senti-lo; tem suspense, ação, coisas sempre a acontecer. É uma narrativa que nos abre os horizontes, que nos ensina e nos educa, que nos apresenta cenários que pensávamos impossíveis na mente de alguém. É dos livros onde mais empatia criei com as personagens - comovi-me, ri-me, aprendi com elas. Nunca as esquecerei.
Para além disso, não é um livro linear - vamos vendo algumas imagens que comparam a vida do Sr. Elahi a um tabuleiro de xadrez (comparação feita com grande mestria) e outros elementos bem fora do normal que tornam este livro um autêntico tesouro. É o segundo livro que leio do Afonso Cruz e estou completamente rendida ao autor. É genial. Por favor, leiam.
Para Onde Vão Os Guarda-Chuvas
De: Afonso Cruz
Ano: 2013
Páginas: 624
Editora: Companhia das Letras
A nossa pontuação: ★★★★★
Disponível no site Wook.
Mesmo assim, ele nunca lhe guardou rancor, mesmo quando ela tomou uma atitude que lhe deixou a vida de pernas para o ar. Foi no seio da família que encontrou consolo - no seu primo Badini, mudo, mas que diz as frases mais belas com gestos de poeta; e na sua irmã Aminah, que secretamente deseja casar com um muçulmano rico que lhe ofereça sapatos de salto alto e que tenha olhos azuis. No meio de toda a confusão que rodeia a vida destas almas, uma pergunta se impõe - para onde vão os guarda-chuvas? Se estão sempre a perder-se e a desaparecer, mas nunca ninguém encontra nenhum. Estarão no paraíso dos guarda-chuvas? Será que os nossos entes queridos que já partiram nos esperam de guarda-chuva aberto?
Este é um dos melhores livros que já li. Tem absolutamente tudo - é emocionante; carrega em si uma profundidade e um ensinamento a cada virar de página; tem personagens ricas e com um coração tão grande que conseguimos senti-lo; tem suspense, ação, coisas sempre a acontecer. É uma narrativa que nos abre os horizontes, que nos ensina e nos educa, que nos apresenta cenários que pensávamos impossíveis na mente de alguém. É dos livros onde mais empatia criei com as personagens - comovi-me, ri-me, aprendi com elas. Nunca as esquecerei.
Para além disso, não é um livro linear - vamos vendo algumas imagens que comparam a vida do Sr. Elahi a um tabuleiro de xadrez (comparação feita com grande mestria) e outros elementos bem fora do normal que tornam este livro um autêntico tesouro. É o segundo livro que leio do Afonso Cruz e estou completamente rendida ao autor. É genial. Por favor, leiam.
Para Onde Vão Os Guarda-Chuvas
De: Afonso Cruz
Ano: 2013
Páginas: 624
Editora: Companhia das Letras
A nossa pontuação: ★★★★★
Disponível no site Wook.



















