Título: Eu Sou o Meu Maior Projecto
Autora: Maria da Glória Ribeiro
Editora: Manuscrito
Horário: 28 de janeiro às 18h30
Local: FNAC Chiado
Maria da Glória Ribeiro, especialista em gestão de carreira, executive search e em liderança, lança o seu primeiro livro - um guia com o objectivo de ajudar os leitores a construir uma carreira de sucesso e até, quem sabe, mudar completamente de rumo. A autora partilha a sua vasta experiência neste lançamento com apresentação marcada para a FNAC Chiado, dia 28 de janeiro às 18h30, acompanhada por Pedro Pina.
Consulte o evento no site FNAC.
Este é o primeiro romance de Bruno Vieira Amaral, e que estreia em grande. Através de descrições e pormenores deliciosamente concebidos, entramos no Bairro Amélia, um subúrbio fictício na Margem Sul que alberga personagens insólitas. O livro conta a história de alguns dos habitantes deste bairro, que facilmente podiam ser o nosso vizinho do lado, ou aquela personagem da vila que todos conhecem por uma razão ou por outra. O ponto alto é mesmo o pormenor. Entramos neste bairro como se fosse o nosso, e é tão real que já não sabemos se é ficção ou realidade.
As Primeiras Coisas
Autor: Bruno Vieira Amaral
Ano: 2013
Editora: Quetzal
A nossa pontuação: ★★★★☆
Sinopse: Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos?
Ler mais no site Wook.
As Primeiras Coisas
Autor: Bruno Vieira Amaral
Ano: 2013
Editora: Quetzal
A nossa pontuação: ★★★★☆
Sinopse: Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos?
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Que ideia engraçada para espalhar pelo país! Na Praça de Londres, em Lisboa, foi reaproveitada uma cabine telefónica que funciona como uma biblioteca de partilha.
Leva-se um livro para lá deixar, e traz-se outro. Um "self-service" literário sem prazos de entrega ou cartões de sócio, que incentiva à partilha e à confiança. Nós gostamos!
Mais aqui.
Leva-se um livro para lá deixar, e traz-se outro. Um "self-service" literário sem prazos de entrega ou cartões de sócio, que incentiva à partilha e à confiança. Nós gostamos!
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"Todos nós hoje nos desabituamos, ou antes nos desembaraçamos alegremente, do penoso trabalho de verificar. É com impressões fluídas que formamos as nossas maciças conclusões. Para julgar em Política o facto mais complexo, largamente nos contentamos com um boato, mal escutado a uma esquina, numa manhã de vento. Para apreciar em Literatura o livro mais profundo, atulhado de ideias novas, que o amor de extensos anos fortemente encadeou — apenas nos basta folhear aqui e além uma página, através do fumo escurecedor do charuto. Principalmente para condenar, a nossa ligeireza é fulminante. Com que soberana facilidade declaramos — «Este é uma besta! Aquele é um maroto!» Para proclamar — «É um génio!» ou «É um santo!» oferecemos uma resistência mais considerada."
Eça de Queirós
Era válido no tempo de Eça e é válido agora. Julgamos tão rapidamente e, tantas vezes, erradamente. Apontar o dedo é fácil. Lançar boatos também, assim como acreditar em toda a informação que nos passam. Seja no boca a boca, nos noticiários, nos tablóides, 'papamos' tudo. Já quando é para dizer bem, o caso muda de figura. Aí, precisamos de mais factos e mais provas. Sejamos mais selectivos e independentes nas nossas críticas e opiniões, informemo-nos, pesquisemos, criemos a devida legitimidade para apontar o dedo.
Ver citação completa no site citador.pt.
Eça de Queirós
Era válido no tempo de Eça e é válido agora. Julgamos tão rapidamente e, tantas vezes, erradamente. Apontar o dedo é fácil. Lançar boatos também, assim como acreditar em toda a informação que nos passam. Seja no boca a boca, nos noticiários, nos tablóides, 'papamos' tudo. Já quando é para dizer bem, o caso muda de figura. Aí, precisamos de mais factos e mais provas. Sejamos mais selectivos e independentes nas nossas críticas e opiniões, informemo-nos, pesquisemos, criemos a devida legitimidade para apontar o dedo.
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José Luís Peixoto nunca me desilude. É impossível. A sua clareza dentro da rede complexa de emoções que sempre cria é inimitável e de uma beleza extraordinária.
Contudo, este é talvez o livro do autor que menos gostei, talvez pela distância que sinto relativamente ao tema. As aparições de Nossa Senhora nunca foram assunto que me despertasse interesse, mas a verdade é que o livro é muito mais do que isso. São as mães, a protecção, a natureza da relação mais nobre que existe, a das mães e dos seus filhos. É também o culto, o acreditar, a crença que move montanhas, e também a inocência.
Autor: José Luís Peixoto
Ano: 2015
Editora: Quetzal
A minha pontuação: ★★★☆☆
Sinopse: «Mãe, atravessas a vida e a morte como a verdade atravessa o tempo, como os nomes atravessam aquilo que nomeiam.» ... Ler mais no Wook.




